Scream: conheçam os filmes que deram origem à série

agosto 17, 2016

Foto: Reprodução/Espectro Leitor

Em ritmo de despedida da segunda temporada da série que foi ao ar às 00h na MTV e entra agora na Netflix Brasil, venho com algo que para uns pode ser uma novidade e para outros apenas um reforço. 

Nem todos sabem, mas a série de TV Scream se origina da aclamada série de filmes que leva o mesmo nome e uma trama extremamente impactante. Se você não assistiu, vale muito à pena assistir para entender melhor os mínimos detalhes e matar a saudade antecipada da série, já que o perigo de ser cancelada se tornou eminente

A série, que para mim é mais um reboot dos filmes do que um remake, trás a realidade de Scream - filme - para a nossa realidade atual, quase 20 anos após o lançamento desse clássico de terror do cinema. A diferença entre essas épocas é nítida, a começar pelas tecnologias usadas.

Brandon James, o assasino inicial de Lakewood possui uma deformação facial - o que nesse ponto se assemelha aos filmes de Sexta-Feira 13 - , é apaixonado por Daisy e é violentado pelo namorado da mesma. Como consequência, ele se vingou do namorado de Daisy e seus amigos. Após o massacre, Brandon é colocado em uma emboscada e morto a tiros pela polícia, restando apenas Daisy e seu namorado.

Vinte anos após o massacre, Emma e Audrey que eram amigas até então tidas como inseparáveis, se separam à medida que Emma vai se enturmando com os populares do colégio. Depois de alguns acontecimentos, Emma começa a ser ameaçada e a ter seus amigos mortos aos poucos. 

Um novo assassino em série surge, uma máscara ainda mais medonha é usada e, para quem conhece os filmes, a semelhança é estrondosa. 

Scream/Pânico (1996)


Foto: Reprodução

Sidney Prescott (Neve Campbell) começa a desconfiar que a morte de dois estudantes está relacionada com o falecimento da sua mãe, há cerca de um ano. Enquanto isso, os jovens da pacata cidadezinha começam a receber ligações de um maníaco que faz perguntas sobre filmes de horror. Quem erra, morre. As perguntas seguem uma lógica que será desvendada numa grande festa escolar.

Scream/Pânico 2 (1997)


Foto: Reprodução

Dois anos pós o massacre em Woodsboro, Sidney Prescott (Neve Campbell) e Randy Meeks estão tentando refazer suas vidas em uma nova cidade. Estudando no colégio de Windsor, eles vão lidar com uma nova onda de assassinatos quando o terrível psicopata retorna para assombrá-los nas vésperas do lançamento do filme baseado nos seus crimes.

Scream/Pânico 3 (2000)


Foto: Reprodução

Um novo filme da série, baseada nos assassinatos de Woodsboro, está sendo produzido e Sidney Prescott (Neve Campbell) percebe que não pode mais fugir de seu passado. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino psicopata volta a atacar e desta vez todas as regras foram quebradas e tudo pode acontecer.

Scream/Pânico 4 (2011)


Foto: Reprodução

Sidney Prescott (Neve Campbell) está de volta à sua cidade natal, Woodsboro, onde sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos. Ela escolheu a cidade para encerrar a turnê de lançamento de seu livro, no qual fala sobre como deixar de se sentir uma vítima. Só que, tão logo ela chega, o assassino Ghostface volta a atacar. Ao lado dos velhos amigos Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox), agora casados, eles precisarão enfrentar uma nova série de mortes. Para complicar ainda mais a situação, os adolescentes da cidade idolatram o massacre de Woodsboro e, fãs de filmes de terror, o celebram a cada aniversário.

Tratando-se de terror, esses filmes estão na minha lista de favoritos. Perfeitos para quem quer fazer uma maratona no final de semana.


Quando bate aquela saudade

agosto 15, 2016

Não, esse post não é sobre a música do Rubel. É sobre a saudade que esta intrinsecamente ligada a nós e que provém de nós. A saudade de simplesmente ser.

Foto: Reprodução/Tumblr
Quantas vezes você já parou para pensar na infância? Aquele tempo onde tudo era fácil, lindo. Quando o universo era fantástico e cabia nas nossas mãos.

Naquele tempo, só de ser divertido, o dia já estaria completo. Éramos inocentes, alegres e não nos decepcionávamos tão facilmente - ou não éramos facilmente decepcionáveis. Éramos pequenos com a força de um leão e questionadores como Einstein um dia foi. Quem me dera se fôssemos assim depois de crescidos.

Depois de crescidos, a mundanidade começa a afetar. As pessoas começam a nos decepcionar. O dia só é bom, se produtivo e ficamos cada vez mais fracos. Não sei se exigimos demais de nós mesmos ou se o demais é exigido a nós, mas o fato é que tudo se torna mais frio, difícil e muitas vezes, nos tornamos vazios.

Quem acorda todos os dias com aquela sensação de que falta algo vai me entender. Eu sei do potencial que tenho ou que um dia já tive mas é como se diariamente as minhas forças se esgotassem e eu preferisse deixar as marés da preguiça e da decepção me guiarem para onde quiserem. O problema disso, é que essas marés se juntam, formam uma onda imensa e quanto mais nos deixarmos levar, mais chances de se tornar uma tsunami. A saudade do ser se dá pelo que um dia já fui e por achar que nunca mais virei a sê-lo.

Mas, quem inventou essa saudade, esqueceu-se de que seu real nome é medo. Medo de prosseguir, medo de não conseguir. E de que adianta ter esse medo se sequer consegue tentar? Devemos nos lembrar que nossas realizações dependem de nós mesmos.

Que a comida não fica pronta se não a prepararmos, que o texto não se escreve sozinho e que uma prova não será bem feita se não estudarmos para ela. Quando a gente cresce, o que muda é que não temos mais ninguém ali por nós; tudo depende de nós. Então, se for pra acordar com essa saudade de tempos que não voltarão, prefiro usá-la  para construir novos tempos e deixar a minha marca no mundo.